News Crohn

  • Aumentar o tamanho da fonte
  • Tamanho padrão da fonte
  • Diminuir tamanho da fonte
Entrada | Artigos
Artigos

O que é o Humira? (adalimumab)

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

Humira
adalimumab
Resumo do EPAR destinado ao público


O que é o Humira? (adalimumab)

O Humira é um medicamento que contém a substância activa adalimumab. Está disponível em frascos com uma solução injectável, em seringas pré-cheias ou em canetas pré-cheias. Todas as apresentações contêm 40 mg de adalimumab.

Para que é utilizado o Humira?

O Humira é um medicamento anti-inflamatório. É utilizado para o tratamento dos seguintes grupos de pacientes:image

• adultos com artrite reumatóide activa moderada a grave (uma doença que provoca inflamação nas articulações) que não tenham respondido adequadamente a outros tratamentos, e em adultos com artrite reumatóide grave, activa e progressiva que não tenham recebido tratamento prévio com metotrexato (outro medicamento usado na artrite reumatóide). O Humira é utilizado em associação com o metotrexato ou isoladamente, nos pacientes que não podem tomar metotrexato;

• adolescentes entre os 13 e os 17 anos de idade com artrite idiopática juvenil poliarticular (uma doença que afecta crianças e adolescentes, causando a inflamação de um grande número de articulações) que não tenham respondido adequadamente a outros tratamentos. O Humira é utilizado em associação com o metotrexato ou isoladamente, nos pacientes que não podem tomar metotrexato;

• adultos com artrite psoriática activa e progressiva (uma doença que provoca o aparecimento de placas vermelhas descamativas na pele e inflamação das articulações) que não tenham respondido adequadamente a outros tratamentos;

• adultos com espondilite anquilosante grave (uma doença que causa inflamação e dor nas articulações da coluna) que não tenham respondido de forma adequada a outros tratamentos;

• adultos com doença de Crohn activa grave (uma doença que causa a inflamação do intestino) que não tenham respondido adequadamente a outros tratamentos;

• adultos com psoríase (uma doença que causa o aparecimento de placas vermelhas descamativas na pele) que não tenham respondido adequadamente a outros tratamentos.
Para mais informações, consulte o Resumo das Características do Medicamento (também parte do EPAR).

O medicamento só pode ser obtido mediante receita médica.

Como se utiliza o Humira?

O tratamento com o Humira deve ser iniciado e supervisionado por um médico com experiência no tratamento das doenças para as quais o Humira é indicado.
A dose recomendada é de 40 mg em semanas alternadas, administrada por injecção subcutânea, mas para a doença de Crohn e a psoríase é administrada uma dose inicial de 80 mg, seguida de 40 mg em semanas alternadas. Os pacientes com necessidade de uma resposta mais rápida à terapêutica da doença de Crohn poderão ter de começar com duas doses mais elevadas (160 mg, seguidas de 80 mg), embora tal possa aumentar o risco de efeitos secundários. Os pacientes podem tomar outros medicamentos durante o tratamento com o Humira, tais como corticosteróides (outros medicamentos anti-inflamatórios). Com o consentimento do médico, e após receberem um treino adequado, os pacientes podem auto-injectar-se com o Humira. Os pacientes que utilizam o umira devem receber o cartão de alerta especial que contém um resumo das informações de segurança relativas ao medicamento. Para mais informações, consulte o Folheto Informativo.

Como funciona o Humira?

A substância activa do Humira, o adalimumab, é um anticorpo monoclonal. Um anticorpo monoclonal é um anticorpo (um tipo de proteína) que foi concebido para reconhecer e ligar-se a uma estrutura específica (chamada antigénio) que se encontra no organismo. O adalimumab foi desenhado para se ligar a um mensageiro químico do organismo chamado factor de necrose tumoral (TNF). Este mensageiro está envolvido no processo de inflamação e encontra-se em níveis elevados nos pacientes com as doenças para as quais o Humira está indicado. Ao bloquear o FNT, o adalimumab reduz a inflamação e outros sintomas destas doenças.

Como foi estudado o Humira?

O Humira foi estudado em cinco estudos em pacientes com artrite reumatóide moderada a grave. Em quatro destes estudos, comparou-se a eficácia do Humira, em monoterapia ou como adjuvante (complemento) de outros medicamentos anti-inflamatórios, incluindo o metotrexato, à de um placebo (tratamento simulado) em mais de 2000 pacientes. O quinto estudo comparou a associação de Humira e metotrexato com o metotrexato ou o Humira utilizados em monoterapia, em 799 pacientes que nunca tinham recebido tratamento com metrotrexato.

Na artrite idiopática juvenil poliarticular, num estudo principal que incluiu 171 pacientes com idades compreendidas entre os quatro e os 17 anos de idade, o Humira foi comparado com um placebo, em monoterapia ou como adjuvante do metotrexato. Todos os pacientes tomaram o Humira durante 16 semanas antes de receberem o Humira ou o placebo por um período adicional de 32 semanas.

Na artrite psoriática, o Humira foi comparado com um placebo, ao longo de 12 semanas, em dois estudos que incluíram 413 pacientes. Os medicamentos foram utilizados em monoterapia ou em associação com outro medicamento anti-inflamatório.

No caso da espondilite anquilosante, comparou-se o Humira com o placebo como adjuvantes do tratamento que estava a ser utilizado, ao longo de 12 semanas, em dois estudos que incluíram 397 pacientes.

Para a doença de Crohn, a eficácia das primeiras duas doses de Humira (indução) foi comparada com a de um placebo em dois estudos, que incluíram 624 pacientes e tiveram a duração de quatro semanas. Outro estudo analisou os efeitos a longo prazo (manutenção) do Humira em 854 pacientes durante um período máximo de 56 semanas.

Para a psoríase, o Humira foi comparado com um placebo ao longo de 16 semanas, em 1212 pacientes. Um segundo estudo comparou o Humira com o metotrexato e com um placebo em 271 pacientes, ao longo de 16 semanas.
Em todos os estudos, o principal parâmetro de eficácia foi a alteração dos sintomas.

• Qual o benefício demonstrado pelo Humira durante os estudos?

O Humira demonstrou ser mais eficaz que o placebo em todos os estudos.
Na artrite reumatóide, as reduções dos sintomas mais significativas foram observadas nos estudos do Humira como tratamento adjuvante do metotrexato: cerca de dois terços dos pacientes que adicionaram o Humira ao seu tratamento obtiveram uma redução de, pelo menos, 20% nos sintomas após 6 meses, comparativamente a um quarto dos pacientes que adicionaram o placebo. Os pacientes que adicionaram o Humira apresentaram, igualmente, menos lesões articulares e uma menor diminuição da capacidade física ao fim de um ano. Nos pacientes que não tinham anteriormentetomado o metotrexato, a associação de Humira com metotrexato foi também mais eficaz do que o metotrexato em monoterapia.

Na artrite idiopática juvenil poliarticular, cerca de 40% dos pacientes que tomaram Humira em monoterapia ou em associação com o metotrexato, sofreram uma exacerbação da artrite, comparativamente a cerca de 69% dos pacientes que receberam o placebo. No entanto, o número de pacientes que desenvolveu anticorpos ao receber o Humira associado ao metotrexato foi mais reduzido. Assim, os resultados favoreceram a utilização do Humira com o metotrexato relativamente à utilização do Humira em monoterapia. A dose fixa de 40 mg, que constitui a única dose de Humira actualmente disponível, foi considerada adequada apenas nos pacientes com idade igual ou superior a 13 anos.
O Humira também originou uma melhoria dos sintomas superior à do placebo. Este resultado foi observado na artrite psoriática, na espondilite anquilosante, na fase de indução e de manutenção do tratamento da doença de Crohn, e na psoríase.

Qual é o risco associado ao Humira?

Nos estudos do Humira, os efeitos secundários mais frequentes (observados em mais de 1 paciente em cada 10) foram infecções do tracto respiratório (infecções dos pulmões e das vias respiratórias), leucopenia (contagens baixas de glóbulos brancos), aumento dos níveis de lípidos (gorduras), dor de cabeça, dor abdominal (dor de estômago), náuseas (enjoos) e vómitos, erupção cutânea, dor músculo-esquelética (dor nos músculos e nos ossos) e reacções no local da injecção (incluindo vermelhidão). Devido ao risco acrescido de infecção, os pacientes tratados com o Humira devem ser cuidadosamente vigiados para despiste de infecções, incluindo tuberculose, durante o tratamento e por um período de cinco meses após o final do mesmo. Para a lista completa dos efeitos secundários comunicados relativamente ao Humira, consulte o Folheto Informativo.

O Humira não deve ser utilizado em pessoas que possam ser hipersensíveis (alérgicas) ao adalimumab ou a qualquer outro componente do medicamento. O Humira não deve, em circunstância alguma, ser utilizado em pacientes com tuberculose, outras infecções graves ou insuficiência cardíaca moderada ou grave (uma incapacidade do coração em bombear sangue suficiente em todo o organismo).

Por que foi aprovado o Humira?
European Medicines Agency image

Este documento é um resumo do Relatório Público Europeu de Avaliação (EPAR). O seu objectivo é explicar o modo como o Comité dos Medicamentos para Uso Humano (CHMP) avaliou os estudos realizados, a fim de emitir recomendações sobre as condições de utilização do medicamento.

Se necessitar de informação adicional sobre a sua doença ou o tratamento, leia o Folheto Informativo (também parte do EPAR) ou contacte o seu médico ou farmacêutico. Se quiser obter mais informação sobre os fundamentos das recomendações do CHMP, leia a Discussão Científica (também parte do EPAR).

7 Westferry Circus, Canary Wharf, London E14 4HB, UK
Tel. (44-20) 74 18 84 00 Fax (44-20) 74 18 84 16
E-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar http://www.emea.europa.eu
© European Medicines Agency, 2009. Reproduction is authorised provided the source is acknowledged.
Doc. Ref.: EMEA/420765/2009
EMEA/H/C/481

Descarregar este documento em formato PDF


O Comité dos Medicamentos para Uso Humano (CHMP) concluiu que os benefícios do Humira são superiores aos seus riscos no tratamento da artrite reumatóide, da artrite idiopática juvenil poliarticular, da artrite psoriática, da espondilite anquilosante, da doença de Crohn e da psoríase. O Comité recomendou a concessão de uma Autorização de Introdução no Mercado para o Humira.

Que medidas estão a ser adoptadas para garantir a utilização segura do Humira?

A empresa que produz o Humira fornecerá aos médicos prescritores pacotes informativos pedagógicos com informações sobre a segurança do medicamento.

Outras informações sobre o Humira
Em 8 de Setembro de 2003, a Comissão Europeia concedeu à Abbott Laboratories Ltd. uma Autorização de Introdução no Mercado, válida para toda a União Europeia, para o medicamento Humira. A Autorização de Introdução no Mercado foi renovada em 8 de Setembro de 2008.

EMEA
O EPAR completo sobre o Humira pode ser consultado aqui.
Este resumo foi actualizado pela última vez em 07-2009.


 

TERAPÊUTICA BIOLÓGICA, Infliximab (Remicade)

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

TERAPÊUTICA BIOLÓGICAimage

Infliximab (Remicade)

Introdução:

O infliximab foi o primeiro agente biológico aprovado para o tratamento da doença de Crohn. Trata-se de um anticorpo monoclonal quimérico dirigido contra o TNFα humano e que se aproxima já da sua primeira década de uso clínico. A sua eficácia em pacientes com doença de comportamento penetrante ou inflamatório, independentemente da localização, encontra-se documentada em diversos estudos randomizados e controlados. Para além disso foi demonstrada a sua capacidade de promover a cicatrização da mucosa e a sua eficácia como terapêutica de manutenção, permitindo reduzir o número de internamentos e cirurgias abdominais. Não existem estudos randomizados que esclareçam definitivamente sobre a necessidade de associar imunossupressores ao inflixilab e sobre quando parar a terapêutica nos doentes em remissão.
Actualizado em Terça, 02 Fevereiro 2010 18:06 Continuar...
 

Gripe A(H1N1): Médicos britânicos questionam eficácia do antiviral Tamiflu e acusam a Roche de não revelar dados dos ensaios clinicos

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

 

Image

O Tamiflu tem sido receitado para combater o vírus H1N1, mas a comunidade médica britânica está a pôr em causa a eficiência do medicamento. O laboratório Roche é mesmo acusado de não revelar dados essenciais dos ensaios clínicos.

Gripe A(H1N1): Médicos britânicos questionam eficácia do antiviral Tamiflu e acusam a Roche de não revelar dados dos ensaios clínicos

"Os governos de todo o mundo têm gasto milhões num medicamento que a comunidade científica não consegue avaliar", explica Fiona Goodle, editora do British Medical Journal (BMJ).

Actualizado em Quarta, 09 Dezembro 2009 19:14 Continuar...
 

BE apresenta seis projectos para doentes crónicos, psoríase, epilepsia e doença inflamatória intestinal

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button


ImageO BE apresentou hoje no Parlamento seis projectos para diminuir a desigualdade entre os doentes crónicos no que respeita à isenção do pagamento de taxas moderadoras e ao valor da comparticipação estatal na compra de medicamentos.

BE apresenta seis projectos para doentes crónicos, psoríase, epilepsia e doença inflamatória intestinal

O Público relata na sua edição online «Em conferência de imprensa, no Parlamento, o deputado do BE João Semedo considerou que, dos seis projectos, aquele que tem "maior impacto social" é o "que procura equiparar o regime das baixas e do subsídio de doença actualmente aplicado aos doentes com tuberculose aos doentes oncológicos, portanto, aos doentes de cancro"».

Actualizado em Quinta, 26 Novembro 2009 19:43 Continuar...
 

Pandemia de Influenza 2009 Update: dados Pandemrix numa população idosa

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

 

Este comunicado de imprensa é destinado a jornalistas e analistas de negócios/investidores.  Note por favor que este comunicado não foi emitido em todos os mercados em que opera a GSK.

Pandemia de Influenza 2009 Update: dados Pandemrix ™ numa população idosa

Emitido em: terça-feira 27 de Outubro de 2009, Londres Reino Unido
Comunicado de Imprensa
Actualizado em Sábado, 07 Novembro 2009 20:25 Continuar...
 

Infarmed: Esclarecimento relativo às três vacinas contra a pandemia da gripe H1N1v: Focetria, Pandemrix e Celvapan - Nota Informativa

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button




Vacinação contra a gripe pandémicaimg

Nota informativa do Infarmed (Autoridade Nacional para os Medicamentos e Produtos de Saúde) presente online no site do Ministério da Saúde 
em baixo tem link para o PDF | Pandemrix - outros links
Extracto do PDF
Infarmed encontra-se preparado para a monitorização da segurança das vacinas contra a gripe pandémica.

O Infarmed - Autoridade Nacional para os Medicamentos e Produtos de Saúde divulgou hoje, dia 22 de Outubro, através de Nota Informativa, esclarecimento relativo às três vacinas contra a pandemia da gripe H1N1v: Focetria, Pandemrix e Celvapan.
Actualizado em Quinta, 05 Novembro 2009 21:26 Continuar...
 

Immunizations in Patients with Inflammatory Bowel Disease

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

CLINICAL REVIEW

Immunizations in Patients with Inflammatory Bowel Disease

Ying Lu, MD, Denise Jacobson, PhD, MPH, and Athos Bousvaros, MD, MPH
Continuar...
 

Vaccines and Related Biological Products

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

FOOD AND DRUG ADMINISTRATION
CENTER FOR BIOLOGICS AND RESEARCH

Vaccines and Related Biological Products

Advisory Committee Meeting
February 19, 2009
Continuar...
 

Critérios de inclusão nos grupos prioritários para vacinação

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
AddThis Social Bookmark Button

 

imgVacinação no âmbito da pandemia por vírus da gripe A (H1N1) 2009

Critérios de inclusão nos grupos prioritários¹ para vacinação (Grupo A, Grupo B ou Grupo C), tendo em atenção o risco para complicações pós-infecção,  desempenho de funções essenciais e a disponibilidade de vacinas.

Actualizado em Sábado, 14 Novembro 2009 11:25 Continuar...
 


Página 1 de 5

online

Temos 219 visitantes em linha



Sintomas da gripe A

Os sintomas de gripe A (H1N1), são semelhantes aos sintomas da gripe sazonal (gripe comum) e podem incluir:

  • Tosse

  • Corrimento nasal

  • Febre

  • Dor de cabeça

  • Dores articulares

  • Fadiga

  • Náuseas

  • Vómitos

  • Diarreia

  • Pneumonia aguda

O Ministério da Saúde criou uma linha para apoio e informação pública Linha Saúde 24: 808 24 24 24


Links

Grupos Prioritários para vacina - ver em detalhe

Pandemrix: Folheto informativo (bula) - ver em detalhe

Pandemrix: Detalhe Alerta do Infarmed

Pandemrix: Resumo de informações 

Pandemrix: EMEA.Europa.eu Resumo das Características do Medicamento (PDF 39 Pág.)

Infarmed: Esclarecimento relativo às três vacinas contra a pandemia da gripe H1N1v: Focetria, Pandemrix e Celvapan - Nota Informativa (PDF 4 Pág.)

 

 


saude24.jpg

Proteja-se a si e há sua família

A melhor maneira de se proteger contra a gripe H1N1 é evitar ser infectado. Estas são medidas simples que podem reduzir a possibilidade de ser infectado ou infectar outros.

  • Evitar o contacto próximo com pessoas que estejam doentes. Se está doente fique afastado das outras pessoas, para garantir que eles não ficam doentes também.

  • Se tiver sintomas de gripe, fique em casa. Se trabalha com pessoas que apresentam sintomas de gripe, incentive-os a ficar em casa. As pessoas com sintomas de gripe não devem ir para o trabalho, escola ou para locais públicos, assim irá prevenir outras pessoas de se infectar também.

  • Cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel ao tossir ou ao espirrar, depois deite o lenço no lixo. Se não tiver lenço proteja a boca e o nariz com o seu antebraço.

  • Lavar as mãos com frequência para as manter livre de vírus. Utilize uma solução alcoólica de limpeza ou lave as mãos com sabão azul e branco, esta é uma forma prática e económica de manter as suas mãos limpas.

  • Evitar tocar nos olhos, nariz ou na boca. É desta forma que a gripe é transmitida - (ao tocar em algo que possa estar contaminado com vírus, e de seguida tocar nos seus olhos, nariz ou na boca).

  • Cuide de sua saúde geral. Não descure o seu sono e descanso, tente estar fisicamente activo, beba bastantes líquidos e coma bem.

A melhor protecção é a informação!

Vídeo


DIAP está a investigar a morte fulminante de jovem de 14 anos com gripe A. O Departamento de Investigação e Acção Penal confirmou que está a decorrer um inquérito ao caso mas alega segredo de justiça para não fazer comentários sobre o processo.



Vacinação das grávidas em Espanha espera pela vacina sem adjuvantes.  O lote de vacinas para estas mulheres vai ser diferente do da restante população e ainda não chegou a Espanha



Em Espanha as grávidas são vacinadas com uma vacina diferente, sem adjuvantes, Espanha comprou 400 mil dessas vacinas



Vacina da Gripe A em apenas uma dose. Aguarda-se apenas que a Agência Europeia do Medicamento confirme que é necessária apenas uma dose para que a imunização seja eficaz



O aumento de afluência as urgências de doentes com gripe está a entupir alguns Centros de Saúde devido à falta de médicos



OMS apela à manutenção da prevenção contra H1N1 e diz que H1N1já é a estirpe dominante em todo mundo



A vacina contra a Gripe A está a ter pouca procura, as 54 mil doses iniciais apenas 30 mil foram utilizadas



Loções à base de álcool proibidas nas escolas francesas



OMS recomenda uma dose vacina e garante que é segura



As dúvidas persistem, embora o Infarmed e GSK informem que a vacina contendo adjuvante é segura

Situações de vacinação indevida (veja algumas peripécias na campanha de vacinação)


 


Ministério da Saúde descarta a existência de excedentes de vacinas para o H1N1 em Portugal

 

O Ministério da Saúde descarta para já a existência de excedentes de vacinas para o H1N1 em Portugal
A campanha de vacinação contra a Gripe A mantém-se e pode mesmo alargar-se a adultos jovens

Mas o mesmo não acontece noutros países da UE. São vários os países europeus que se vêem a braços com lotes gigantescos de vacinas aos quais o publico dão aderiu.

França, Holanda, Alemanha são alguns países que pretendem renegociar os contratos de compra das vacinas com os laboratórios fabricantes e/ou revender parte dos seus stocks, considerados como excedentes.

• França cancela encomenda de 50 milhões de vacinas para gripe H1N1

• Governo francês é criticado por compra em excesso de vacina da gripe H1N1

• Gripe A H1N1: França coloca à venda vacinas contra vírus da nova epidemia por ter doses excedentárias

• França vai vender milhões de vacinas da gripe H1N1 que tem em excedente