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Entrada | Crohn & H1N1
Doença Inflamatória Intestinal & H1N1
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Crohn & H1N1

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(actualizado 11-11-2009-21:51:50)

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A ministra da Saúde indicou hoje que na próxima semana terá início a vacinação contra a gripe A (H1N1) do grupo B, que abrange todos os doentes crónicos, incluindo as crianças.

Vacinação alargada a todos os doentes crónicos na próxima semana - Informou Ana Jorge após vacinar-se

• Ver artigo completo

Confira qual o seu grupo de vacinaçãoGrupos Prioritários para vacina - ver em detalhe


CLINICAL REVIEW

Immunizations in Patients with Inflammatory Bowel Disease

Ying Lu, MD, Denise Jacobson, PhD, MPH, and Athos Bousvaros, MD, MPH


Crohn's & H1N1

Doentes crónicos serão vacinados quando forem disponibilizadas mais vacinas

Os doentes crónicos e as grávidas sem doença associada serão vacinados contra a gripe A à medida que forem disponibilizadas mais vacinas, já que a primeira remessa, de 49 mil doses, não abrange para já estes grupos.

imageA ministra da Saúde anunciou hoje que os três milhões de vacinas encomendados pelo Governo português chegarão a Portugal por tranches, considerando a capacidade de produção da indústria.

A ministra da Saúde explicou no entanto que, em função da disponibilidade da vacina por parte da empresa produtora, serão progressivamente vacinadas as pessoas vulneráveis nos grupos pré-definidos, entre os quais os doentes crónicos e as grávidas de 2.º e 3.º trimestres sem doenças.

Estão no grupo dos doentes crónicos as pessoas com doença cardíaca, respiratória, imunodeprimidos, obesos e diabéticos.

 • Ver artigo completo


Priority Groups Recommended to Receive the H1N1 (Swine) Flu Vaccine (CDC.gov)

The CDC’s Advisory Committee on Immunization Practices (ACIP), a panel made up of medical and public health experts, recommends several groups receive the H1N1 (Swine) flu vaccine as soon as it becomes available:

 • Ver artigo completo (Inglês)


Grávidas e crianças vacinadas em primeiro contra o H1N1

O director-geral da Saúde avançou que as grávidas e as crianças serão consideradas o "principal grupo prioritário" na vacinação contra a Gripe A. O plano de vacinação deverá ter início em Novembro.

Entre os vários grupos de risco - idosos, doentes crónicos e alguns grupos profissionais - as autoridades de saúde vão dar prioridade à vacinação das grávidas e da crianças.

 • Ver artigo completo (com vídeo)


Jovens adultos e crianças são os mais atingidos pelo H1N1

veja os grupos de risco por idades e por tipo de gripe


rtp.pt

Nova directriz do CDC enfatiza tratamento rápido contra H1N1

A partir de Agosto de 2009, mais de 98% a circulação de vírus da gripe nos Estados Unidos foram influenza H1N1 (anteriormente denominado influenza A (H1N1). Entre as pessoas que se infectam com H1N1, alguns grupos parecem estar em maior risco de complicações e podem beneficiar mais de um tratamento precoce com medicações anti-virais.

Aproximadamente 70% das pessoas internadas com influenza H1N1 tiveram uma condição de risco alta (aproximadamente 60% das crianças e cerca de 80% entre os adultos). Essas condições de alto risco as mesmas condições que aumentam o risco de complicações da infecção por influenza sazonal.

  • Crianças menores de 5 anos. No entanto, o risco de complicações severas da gripe sazonal é a mais elevada entre as crianças menores de 2 anos.
  • Adultos de 65 anos de idade ou mais velhos
  • As mulheres grávidas
  • Pessoas com as seguintes condições:
    • Pulmonar crônica (incluindo asma), doenças cardiovasculares (exceto hipertensão), renais, hepáticas, hematológicas (incluindo anemia falciforme), doenças neurológicas, neuromuscular ou metabólicas (incluindo diabetes mellitus);
    • Imunossupressão, incluindo os causados por medicamentos ou por HIV;
    • Pessoas com menos de 19 anos de idade que estão recebendo terapia com aspirina a longo prazo, por causa de um risco aumentado de síndrome de Reye.

Entre as crianças, as taxas de internação com gripe H1N1 têm variado por faixa etária com as maiores taxas de hospitalização em crianças menores de 2 anos de idade. A informação actualizada sobre as taxas de hospitalização por faixa etária pode ser encontrada em www.cdc.gov / flu / semanais.

Pessoas de 65 anos ou mais velhos estão em menor risco de infecção pelo H1N1 em comparação com os grupos etários mais jovens. No entanto, como acontece com a gripe sazonal, pessoas com 65 anos ou mais que desenvolverem uma infecção por influenza H1N1 estão em maior risco de complicações relacionadas à influenza, em comparação com adultos mais jovens.

Estudos preliminares sugerem que as pessoas com obesidade mórbida (índice de massa corporal igual ou superior a 40) e talvez as pessoas que são obesas (índice de massa corporal 30 a 39) podem estar em risco aumentado de hospitalização e morte devido à gripe H1N1 infecção 2009.

•Calcule o seu IMC (índice de massa corporal)

Os estudos adicionais para determinar o risco de obesidade mórbida e/ou obesidade para essas complicações de 2009, a infecção do vírus H1N1 estão em andamento.
 Pacientes com obesidade mórbida e, talvez obesidade, muitas vezes têm condições subjacentes que colocam em risco aumentado de complicações devido a 2009 uma infecção por influenza H1N1, como diabetes, asma, doença respiratória crónica ou doença hepática.

» Info do Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC) dos EUA, veja o retatorio de 08-09-2009 na integra (inglês)


  •  Doentes crónicos devem preparar procedimentos com médicos

Os diabéticos, obesos, asmáticos e os doentes crónicos devem preparar com os médicos a eventualidade de contraírem Gripe A. O conselho é do director-geral de saúde que, no Funchal, participou numa sessão de esclarecimento promovida pela Ordem dos Enfermeiros. As primeiras vacinas contra o H1N1 devem ser distribuídas em Portugal em Outubro.

"Aqueles que são obesos, diabéticos, asmáticos e com doenças crónicas devem desde já consultar os médicos e prepararem procedimentos próprios para o caso de adquirirem a doença", afirmou Francisco George.

O presidente do Instituto da Administração da Saúde na Madeira afirmou que as vacinas contra o H1N1 "estarão provavelmente disponíveis em Outubro ou Novembro", altura em que serão distribuídas pelo país.
As vacinas serão administradas a crianças de cinco anos, grávidas e doentes crónicos, acrescentou Maurício Melim.

rtp.pt | 05-09-2009

 

 Preparing for the second wave: lessons from current outbreaks

Global Alert da Organização Mundial Saúde (OMS) de 28 Agosto, pode ler-se entre diversos tópicos o seguinte:

  • Grupos vulneráveis

Um aumento do risco durante a gravidez é agora consistentemente bem documentado entre os países. Esse risco tem um significado maior para um vírus como este, que infecta preferencialmente os mais jovens.

mapa da gripeOs dados continuam a mostrar que certas condições médicas o risco de doença grave e fatal está aumentado. Estas incluem doenças respiratórias, principalmente asma, doenças cardiovasculares, diabetes e imunossupressão.

Obesidade, que está frequentemente presente em casos graves e fatais, é agora uma epidemia global. A OMS estima que, em todo o mundo, mais de 230 milhões de pessoas sofrem de asma, e mais de 220 milhões de pessoas têm diabetes.

Além disso, doenças como asma e diabetes não são geralmente consideradas doenças fatais, especialmente em crianças e adultos jovens. Varias mortes de jovens nestas condições, causada por infecção com o vírus H1N1, pode ser uma outra dimensão do impacto da pandemia.


Preparing for the second wave: lessons from current outbreaks
Pandemic (H1N1) 2009 briefing note 9 28 AUGUST 2009 | GENEVA

 

  • Info do Portal da Saúde

Até à altura, os casos mais graves e mortes ocorreram em adultos com menos de 50 anos de idade, sendo a morte de pessoas idosas comparativamente rara. Esta distribuição etária está em contraste gritante com a gripe sazonal, na qual cerca de 90% dos casos graves e fatais ocorrem em pessoas com idade igual ou superior a 65 anos.

O aumento do risco durante a gravidez está agora consistentemente bem documentado na generalidade dos países. A sublinhar o risco está o facto de o vírus atingir sobretudo os mais jovens.

Os dados continuam a demonstrar que certas condições médicas aumentam o risco de doença grave e fatal. Estas incluem doenças respiratórias, principalmente asma, doenças cardiovasculares, diabetes e imunossupressão.

Fonte: portaldasaude.pt


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ESPANHA QUER MAIS VACINAS

O governo espanhol deliberou ontem ampliar as reservas de vacinas contra a gripe A a 60 por cento da população, ainda que na fase inicial apenas se vacinem grávidas, doentes crónicos, pessoal sanitário e de serviços essenciais.

A decisão foi tomada na reunião do Conselho Inter-Territorial de Saúde, que analisou o pacote adicional de medidas para combater a pandemia da gripe. A ministra espanhola Trinidad Jiménez explicou igualmente que só serão vacinadas as crianças com mais de seis anos com doenças crónicas.

 

 
OMS
Para a Organização Mundial de Saúde, um dos dados "mais preocupantes" sobre o comportamento da Gripe A é o facto de "40 por cento das mortes terem ocorrido em adultos jovens de boa saúde".

Segundo Margaret Chan, "60 por cento das mortes ocorrem em pessoas com problemas de saúde subjacentes":

"Isso significa que 40 por cento das mortes ocorrem em jovens adultos com uma boa saúde, que morrem de uma pneumonia viral em cinco a sete dias".

A directora-geral da OMS sublinha, no entanto, que a nova variante do vírus da gripe, que combina as estirpes humana, suína e aviária, "não provoca uma doença severa na maior parte das pessoas".

  • Bruxelas define grupos prioritários para vacinação

Todas as pessoas com doenças crónicas, desde que tenham mais de seis meses de idade, as grávidas e o pessoal clínico formam os três grupos definidos pelo Executivo comunitário (comité de especialistas dos 27 países-membros da União Europeia)

Apresentada pela Comissão Europeia, a proposta para a definição de grupos prioritários a vacinar no espaço comunitário dá agora lugar a um documento com a chancela de um conjunto de peritos dos 27. Trata-se, no entanto, de um roteiro não vinculativo, uma vez que cabe a cada um dos Estados-membros gizar a sua própria estratégia de vacinação contra o vírus H1N1.

Desde o início da pandemia - declarada a 11 de Junho pela Organização Mundial de Saúde -, foram diagnosticados 43.245 casos de Gripe A nos 31 países-membros da União Europeia e da Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA). Um balanço da Comissão Europeia refere 93 novos casos de infecção detectados nas últimas 24 horas.

Os dados conhecidos sobre a progressão do vírus na Europa levaram os especialistas dos 27 a estabelecer três grupos para a vacinação. O primeiro inclui todas as pessoas com mais de seis meses de idade que sofrem de problemas crónicos de saúde, desde logo doenças respiratórias, cardiovasculares e todas aquelas que afectem o sistema imunitário. As grávidas formam o segundo grupo e o terceiro abrange o pessoal médico.

Os doentes crónicos com "sintomas mais severos" devem ser vacinados em primeiro lugar. "Logo que estes primeiros grupos tenham sido vacinados, a vacinação deve continuar até se atingirem os objectivos nacionais".

 

 Grupos de risco da Gripe A (H1N1)

O vírus tem infectado, sobretudo, jovens adultos, com idades entre os 20 e os 40 anos. No entanto, há grupos cujo índice de mortalidade pode ser mais elevado
 

O vírus tem infectado, sobretudo, jovens adultos, com idades entre os 20 e os 40 anos. Mas há mais probabilidade de ser mortal nos grupos que se seguem:

  • Crianças com menos de 5 anos
(maior risco para menores de 2 anos) a partir desta idade, o sistema imunitário atinge uma fase de maior maturidade.

  • Maiores de 65 anos

 As defesas estão no declínio e o sistema imunitário não responde tão bem.

  • Doentes cardiovasculares, asmáticos, renais, hepáticos, hematológicos, neurológicos e diabéticos

Qualquer doença crónica ajuda ao desenvolvimento de infecção, situação mais critica no caso dos asmáticos, que têm pulmões hiperestimulados, ou dos diabéticos, cujo sistema imunitário é frágil.

  • Grávidas

Estão em risco, porque se desconhecem os efeitos do vírus nesta população e porque deve haver alguma reserva na toma de determinados medicamentos. Em vez do Oseltamivir (Tamiflu), é aconselhada a toma do Zanamivir (Relenza), um antiviral inalado, mais rapidamente absorvido pelo pulmão, tendo menos probabilidade de chegar ao feto.
  •  Destaque
As Doenças mais frequentemente identificadas e associados à causa de morte (na H1N1) são as mesmas que para a morte na gripe sazonal. No entanto há dois factores de risco são perceptíveis: a gravidez e obesidade.

A gravidez é um factor de risco bem documentados de infecção grave e morte na gripe sazonal e em pandemias anteriores. O papel da obesidade, no entanto, continua a ser ainda analisada a fim de verificar se o risco está relacionado com as complicações da obesidade durante a terapia intensiva ou, com um curso grave da doença devido ao diabetes frequentemente associada com a obesidade, ou se a obesidade desempenha um papel específico na patogênese da gripe severa A (H1N1) contra a infecção, por exemplo, interferir com a resposta imune do hospedeiro, como tem sido demonstrado em roedores.

Todos os dados aqui apresentados foram de fontes oficiais e foram cuidadosamente documentados. No entanto, eles devem ser interpretados com cautela devido à qualidade variável de dados sobre doença de base (especialmente para a pré-existência de doença respiratória), pequenas quantidades, elaboração de relatórios incompletos usando formatos diferentes, uma mistura de dados individuais e agregados, dinâmica da epidemia na população e estrutura populacional.

 h1n1

Underlying diseases in pandemic H1N1 influenza 2009-associated deaths worldwide* as of 16 July 2009 (213 diseases documented in 193 fatal cases)

Vaillant L, La Ruche G, Tarantola A, Barboza P, for the epidemic intelligence team at InVS. Epidemiology of fatal cases associated with pandemic H1N1 influenza 2009. Euro Surveill. 2009;14(33):pii=19309. Available online:
http://www.eurosurveillance.org/ViewArticle.aspx?ArticleId=19309

  
   
  
  

Portugal é o 2º país europeu com maior incidência de infecções (vídeo)

outras info em Cronologia da gripe

Mapa mundial da Gripe A (H1N1)

Vírus h1n1 - outras informações

Calcule o seu IMC (índice de massa corporal)

  


  

 

 

Gripe A: UE aponta grupos prioritários

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Gripe A: UE aponta grupos prioritários para vacinação

Grávidas, doentes crónicos e profissionais de saúde fazem parte da recomendação da Comissão Europeia

gripe aA Comissão Europeia recomendou esta segunda-feira que sejam incluídas entre as primeiras pessoas a serem vacinadas contra o vírus H1N1 as grávidas, os doentes crónicos e os profissionais de saúde.

Estes três grupos foram apontados pelo Comité de Saúde Pública da UE, que adianta que entre os doentes crónicos, a prioridade deve ser dada aos que apresentem sintomas mais preocupantes.

Este documento foi aprovado esta terça-feira. É sublinhado que apesar destas recomendações caberá a cada país definir a estratégia para fazer frente à epidemia da gripe A.

 


Fonte: rtp.pt
Pág. actualizada a 30-08-2009-14:51:03
 
OMS

Para a Organização Mundial de Saúde, um dos dados "mais preocupantes" sobre o comportamento da Gripe A é o facto de "40 por cento das mortes terem ocorrido em adultos jovens de boa saúde".

Segundo Margaret Chan, "60 por cento das mortes ocorrem em pessoas com problemas de saúde subjacentes":

"Isso significa que 40 por cento das mortes ocorrem em jovens adultos com uma boa saúde, que morrem de uma pneumonia viral em cinco a sete dias".

A directora-geral da OMS sublinha, no entanto, que a nova variante do vírus da gripe, que combina as estirpes humana, suína e aviária, "não provoca uma doença severa na maior parte das pessoas".



Bruxelas define grupos prioritários para vacinação

Todas as pessoas com doenças crónicas, desde que tenham mais de seis meses de idade, as grávidas e o pessoal clínico formam os três grupos definidos pelo Executivo comunitário (comité de especialistas dos 27 países-membros da União Europeia)

Apresentada pela Comissão Europeia, a proposta para a definição de grupos prioritários a vacinar no espaço comunitário dá agora lugar a um documento com a chancela de um conjunto de peritos dos 27. Trata-se, no entanto, de um roteiro não vinculativo, uma vez que cabe a cada um dos Estados-membros gizar a sua própria estratégia de vacinação contra o vírus H1N1.

Desde o início da pandemia - declarada a 11 de Junho pela Organização Mundial de Saúde -, foram diagnosticados 43.245 casos de Gripe A nos 31 países-membros da União Europeia e da Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA). Um balanço da Comissão Europeia refere 93 novos casos de infecção detectados nas últimas 24 horas.

Os dados conhecidos sobre a progressão do vírus na Europa levaram os especialistas dos 27 a estabelecer três grupos para a vacinação. O primeiro inclui todas as pessoas com mais de seis meses de idade que sofrem de problemas crónicos de saúde, desde logo doenças respiratórias, cardiovasculares e todas aquelas que afectem o sistema imunitário. As grávidas formam o segundo grupo e o terceiro abrange o pessoal médico.

Os doentes crónicos com "sintomas mais severos" devem ser vacinados em primeiro lugar. "Logo que estes primeiros grupos tenham sido vacinados, a vacinação deve continuar até se atingirem os objectivos nacionais".

 

 Grupos de risco da Gripe A (H1N1)

O vírus tem infectado, sobretudo, jovens adultos, com idades entre os 20 e os 40 anos. No entanto, há grupos cujo índice de mortalidade pode ser mais elevado
 

O vírus tem infectado, sobretudo, jovens adultos, com idades entre os 20 e os 40 anos. Mas há mais probabilidade de ser mortal nos grupos que se seguem:

  • Crianças com menos de 5 anos
(maior risco para menores de 2 anos) a partir desta idade, o sistema imunitário atinge uma fase de maior maturidade.

  • Maiores de 65 anos

 As defesas estão no declínio e o sistema imunitário não responde tão bem.

  • Doentes cardiovasculares, asmáticos, renais, hepáticos, hematológicos, neurológicos e diabéticos

Qualquer doença crónica ajuda ao desenvolvimento de infecção, situação mais critica no caso dos asmáticos, que têm pulmões hiperestimulados, ou dos diabéticos, cujo sistema imunitário é frágil.

  • Grávidas

Estão em risco, porque se desconhecem os efeitos do vírus nesta população e porque deve haver alguma reserva na toma de determinados medicamentos. Em vez do Oseltamivir (Tamiflu), é aconselhada a toma do Zanamivir (Relenza), um antiviral inalado, mais rapidamente absorvido pelo pulmão, tendo menos probabilidade de chegar ao feto.
 As Doenças mais frequentemente identificadas e associados à causa de morte (na H1N1) são as mesmas que para a morte na gripe sazonal. No entanto há dois factores de risco são perceptíveis: a gravidez e obesidade.

A gravidez é um factor de risco bem documentados de infecção grave e morte na gripe sazonal e em pandemias anteriores. O papel da obesidade, no entanto, continua a ser ainda analisada a fim de verificar se o risco está relacionado com as complicações da obesidade durante a terapia intensiva ou, com um curso grave da doença devido ao diabetes frequentemente associada com a obesidade, ou se a obesidade desempenha um papel específico na patogênese da gripe severa A (H1N1) contra a infecção, por exemplo, interferir com a resposta imune do hospedeiro, como tem sido demonstrado em roedores.

Todos os dados aqui apresentados foram de fontes oficiais e foram cuidadosamente documentados. No entanto, eles devem ser interpretados com cautela devido à qualidade variável de dados sobre doença de base (especialmente para a pré-existência de doença respiratória), pequenas quantidades, elaboração de relatórios incompletos usando formatos diferentes, uma mistura de dados individuais e agregados, dinâmica da epidemia na população e estrutura populacional.

 h1n1

Underlying diseases in pandemic H1N1 influenza 2009-associated deaths worldwide* as of 16 July 2009 (213 diseases documented in 193 fatal cases)

Vaillant L, La Ruche G, Tarantola A, Barboza P, for the epidemic intelligence team at InVS. Epidemiology of fatal cases associated with pandemic H1N1 influenza 2009. Euro Surveill. 2009;14(33):pii=19309. Available online:
http://www.eurosurveillance.org/ViewArticle.aspx?ArticleId=19309

  
   

Reported new confirmed cases and cumulative number of influenza A(H1N1)v in the EU and EFTA countries
Last updated: 27 August 2009, 17:00 hours (CEST)

 Country

 Confirmed cases reported in the last 24h

 Cumulative number of confirmed cases

 Deaths among confirmed cases*

Austria

-

300

 -

Belgium

 -

 126

 1

Bulgaria

-

63

 -

Cyprus

 -

297

 -

Czech Republic

-

237

 -

Denmark

3

540

 -

Estonia

-

 59

 -

Finland

-

211

 -

France**

 -

 1125

 10

Germany

319

15259

 -

Greece

-

 1631

 1

Hungary

-

151

 1

Iceland

-

152

 -

Ireland

89

767

2

Italy

 -

 1517

 -

Latvia

 3

26

 -

Liechtenstein

 -

5

 -

Lithuania

 

48

 -

Luxembourg

 

130

-

Malta

 

246

1

Netherlands***

-

1473

2

Norway

 157

 1025

 -

Poland

-

155

 -

Portugal

-

2244

 -

Romania

2

296

 -

Slovakia

1

114

 -

Slovenia

-

210

 -

Spain

 -

 1538

20

Sweden

-

 756

 -

Switzerland

25

971

 -

UK****

-

12957

59

 TOTAL:

661

44651

97

 
 Note: cases reported in the EU and EFTA countries correspond to the EWRS notifications by Member States or Ministry of Health websites. 
* Deaths are included in the cumulative number of confirmed cases
** Cases reported from France include those reported from the overseas territories (434)
*** Cases from the Netherlands include those reported from Aruba and the Dutch Antilles
**** Cases reported from the United Kingdom include the number of individual cases from the following overseas territories: Anguilla, The Falklands, Gibraltar, Sovereign Base Area Cyprus, Turks and Caicos Islands (78)

 
© European Centre for Disease Prevention and Control (ECDC)
 
  

Portugal é o 2º país europeu com maior incidência de infecções (vídeo)

outras info em Cronologia da gripe

Mapa mundial da Gripe A (H1N1)

  
 
  

 

 



Sintomas da gripe A

Os sintomas de gripe A (H1N1), são semelhantes aos sintomas da gripe sazonal (gripe comum) e podem incluir:

  • Tosse

  • Corrimento nasal

  • Febre

  • Dor de cabeça

  • Dores articulares

  • Fadiga

  • Náuseas

  • Vómitos

  • Diarreia

  • Pneumonia aguda

O Ministério da Saúde criou uma linha para apoio e informação pública Linha Saúde 24: 808 24 24 24


Links

Grupos Prioritários para vacina - ver em detalhe

Pandemrix: Folheto informativo (bula) - ver em detalhe

Pandemrix: Detalhe Alerta do Infarmed

Pandemrix: Resumo de informações 

Pandemrix: EMEA.Europa.eu Resumo das Características do Medicamento (PDF 39 Pág.)

Infarmed: Esclarecimento relativo às três vacinas contra a pandemia da gripe H1N1v: Focetria, Pandemrix e Celvapan - Nota Informativa (PDF 4 Pág.)

 

 

Proteja-se a si e há sua família

A melhor maneira de se proteger contra a gripe H1N1 é evitar ser infectado. Estas são medidas simples que podem reduzir a possibilidade de ser infectado ou infectar outros.

  • Evitar o contacto próximo com pessoas que estejam doentes. Se está doente fique afastado das outras pessoas, para garantir que eles não ficam doentes também.

  • Se tiver sintomas de gripe, fique em casa. Se trabalha com pessoas que apresentam sintomas de gripe, incentive-os a ficar em casa. As pessoas com sintomas de gripe não devem ir para o trabalho, escola ou para locais públicos, assim irá prevenir outras pessoas de se infectar também.

  • Cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel ao tossir ou ao espirrar, depois deite o lenço no lixo. Se não tiver lenço proteja a boca e o nariz com o seu antebraço.

  • Lavar as mãos com frequência para as manter livre de vírus. Utilize uma solução alcoólica de limpeza ou lave as mãos com sabão azul e branco, esta é uma forma prática e económica de manter as suas mãos limpas.

  • Evitar tocar nos olhos, nariz ou na boca. É desta forma que a gripe é transmitida - (ao tocar em algo que possa estar contaminado com vírus, e de seguida tocar nos seus olhos, nariz ou na boca).

  • Cuide de sua saúde geral. Não descure o seu sono e descanso, tente estar fisicamente activo, beba bastantes líquidos e coma bem.

A melhor protecção é a informação!

Vídeo


DIAP está a investigar a morte fulminante de jovem de 14 anos com gripe A. O Departamento de Investigação e Acção Penal confirmou que está a decorrer um inquérito ao caso mas alega segredo de justiça para não fazer comentários sobre o processo.



Vacinação das grávidas em Espanha espera pela vacina sem adjuvantes.  O lote de vacinas para estas mulheres vai ser diferente do da restante população e ainda não chegou a Espanha



Em Espanha as grávidas são vacinadas com uma vacina diferente, sem adjuvantes, Espanha comprou 400 mil dessas vacinas



Vacina da Gripe A em apenas uma dose. Aguarda-se apenas que a Agência Europeia do Medicamento confirme que é necessária apenas uma dose para que a imunização seja eficaz



O aumento de afluência as urgências de doentes com gripe está a entupir alguns Centros de Saúde devido à falta de médicos



OMS apela à manutenção da prevenção contra H1N1 e diz que H1N1já é a estirpe dominante em todo mundo



A vacina contra a Gripe A está a ter pouca procura, as 54 mil doses iniciais apenas 30 mil foram utilizadas



Loções à base de álcool proibidas nas escolas francesas



OMS recomenda uma dose vacina e garante que é segura



As dúvidas persistem, embora o Infarmed e GSK informem que a vacina contendo adjuvante é segura

Situações de vacinação indevida (veja algumas peripécias na campanha de vacinação)


 


H1N1: BE quer explicações sobre excesso de vacinas contra gripe A

BE quer explicações sobre excesso de vacinas contra gripe A

O Bloco de Esquerda pede explicações à ministra da Saúde sobre o excesso de vacinas contra a gripe A/H1N1 que a tutela comprou a uma única multinacional farmacêutica, a "GlaxoSmithKline", ao contrário do que foi feito noutros países.

O deputado João Semedo quer saber que tipo de contrato foi celebrado.



Em relação às críticas apontadas pelo presidente da Comissão da Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, Wolfgang Wodarg, que acusou a Organização Mundial de Saúde de conivência com a indústria farmacêutica por causa do que considera ter sido a “falsa pandemia”" da gripe A/H1N1, João Semedo afirma que esta questão deve ser investigada.