Especialistas dizem que não é necessário
"Uma correcta lavagem das mãos, com água e sabão, e uma eficaz secagem a seguir são «suficientes» para garantir uma correcta higiene. A especialista disse ainda que as mãos devem ser protegidas, pelo que os espirros devem ser dirigidos para os cotovelos ou para lenços de papel descartáveis"
O medo da gripe A provocou uma corrida aos produtos desinfectantes, levando à ruptura de stocks. Isto mesmo que a utilização de água e sabão na lavagem das mãos seja «suficiente» na actual fase de pandemia da gripe A.
Nos últimos dias, os frascos de gel desinfectante têm estado no topo das vendas nas farmácias e postos de venda livre de medicamentos, assim como em alguns supermercados. Estes produtos chegam mesmo a estar esgotados.
Em Lisboa, são várias as farmácias e as parafarmácias que estão a apostar na promoção e venda destes produtos, seja em embalagens de gel líquido, seja em embalagens individuais de toalhetes. As máscaras continuam igualmente a ser muito procuradas.
Este aumento da procura tem reflexos nos fornecedores, escreve a agência Lusa.
De acordo com Cristina Costa, chefe da Divisão de Segurança Clínica da Direcção-Geral da Saúde (DGS), «na actual fase», produtos como desinfectantes ou soluções anti-sépticas de base alcoólica devem estar reservados aos locais onde se prestam cuidados de saúde.
Fonte: diario.iol.pt
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