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Ministério da Saúde compromete-se a encontrar solução para doentes do Hospital de Braga

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Ministério da Saúde compromete-se a encontrar solução para doentes do Hospital de Braga

garantiu hoje que será encontrada uma solução para os novos doentes do Hospital de Braga para as especialidades de infecciologia, nefrologia, reumatologia e imunoalergologia, que o hospital, segundo anunciou ontem, vai deixar de receber.

Através de uma nota interna, divulgada ontem, a instituição de saúde comunicou aos seus profissionais que a partir do dia 18 de Janeiro vai deixar de receber novos doentes para aquelas especialidades médicas, alegando que “não fazem parte do perfil assistencial” da instituição

Hoje (9 Jan), confrontado pela agência Lusa com esta questão, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde revelou que o Ministério da Saúde está já a trabalhar, juntamente com o Hospital de Braga, na procura de uma solução que assegure a assistência aos doentes que necessitem de uma primeira consulta naquelas especialidades.

• Hospital de Braga recusa novos doentes para especialidades que "não fazem parte do perfil" da instituição

Em causa estão as especialidades de infecciologia, nefrologia, reumatologia e imunoalergologia, anunciou ontem a direcção do hospital em nota interna.

O Hospital de Braga, com gestão privada desde Setembro, vai deixar de receber novos doentes para as especialidades de infecciologia, nefrologia, reumatologia e imunoalergologia, alegando que estas “não fazem parte do perfil assistencial” da instituição, segundo fonte hospitalar.

As centenas de doentes que são seguidos nesta instituição - só na consulta VIH são cerca de 600 - “continuarão a sê-lo, assegurando o hospital o serviço, tal como era assegurado até aqui”, garantiu o conselho de administração.

Os novos doentes deverão ser “encaminhados pelos centros de saúde para as unidades de saúde que constam das redes de referenciação existentes”, prossegue a administração hospitalar.

A justificação para o fim destas especialidades para novos doentes é que, “segundo a definição feita pelo Ministério da Saúde (Administração Regional de Saúde) do Norte, as especialidades de infecciologia, nefrologia, reumatologia, imunoalergologia não fazem parte do perfil assistencial do Hospital de Braga”.

Fonte hospitalar revelou que esta medida foi comunicada aos profissionais de saúde através de uma nota interna, sem que quem trabalha nos serviços que deixam de receber novos doentes a partir do dia 18 tenha sido ouvido.

A medida está a causar alguma inquietação nos profissionais deste hospital que é gerido pelo grupo Escala Braga desde Setembro de 2009, no âmbito do contrato da Parceria Público-Privada (PPP) para a construção do novo hospital, adiantou a mesma fonte.

O agrupamento “Escala Braga” - vencedor do concurso para a construção e posterior gestão por 10 anos, em regime de PPP, do novo hospital - integra as firmas José Mello Saúde, Estabelecimentos de Saúde e Assistência (ISU), a Sociedade Gestora do Hospital das Descobertas (SGHD) , a Somague Itinere - Concessões de Infra-estruturas e a Somague Engenharia, Edifer - Construções Pires Coelho & Fernandes e Edifer - Investimentos, SGPS.


09-01-2010 | Lusa / http://publico.pt/1416986


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“Seguramente vamos encontrar uma solução”, garantiu Manuel Pizarro, em declarações à Lusa, à margem da tomada de posse dos órgãos sociais da Ordem dos Médicos Dentistas.

Manuel Pizarro admitiu a existência de “um conjunto de dificuldades” relacionado com os termos do concurso da parceria para o Hospital de Braga, com gestão privada desde Setembro de 2009, mas frisou que esses termos foram definidos antes de 2005.

“Manifestamente não pode ser assacada nenhuma responsabilidade [a este Governo] pela definição desse perfil assistencial”
, apontou o governante.

No entanto, e apesar das dificuldades com os termos do contrato, Manuel Pizarro prometeu que será encontrada uma solução.

“Independentemente das dificuldades que o Hospital de Braga possa estar a enfrentar nós estamos num esforço de cooperação com o hospital para encontrar uma resposta que seja adequada a todos”
, disse o secretário de Estado, não garantindo, no entanto, que essa solução chegue antes do dia 18 de Janeiro.

“Temos a expectativa de que essa solução está ao nosso alcance, mesmo que demore mais alguns dias não será isso que impedirá que as pessoas continuem a ser assistidas sempre necessitem do Serviço Nacional de Saúde, também em Braga”, acrescentou.


09-01-2010 | http://publico.pt/1416999

 

 

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Sintomas da gripe A

Os sintomas de gripe A (H1N1), são semelhantes aos sintomas da gripe sazonal (gripe comum) e podem incluir:

  • Tosse

  • Corrimento nasal

  • Febre

  • Dor de cabeça

  • Dores articulares

  • Fadiga

  • Náuseas

  • Vómitos

  • Diarreia

  • Pneumonia aguda

O Ministério da Saúde criou uma linha para apoio e informação pública Linha Saúde 24: 808 24 24 24


Links

Grupos Prioritários para vacina - ver em detalhe

Pandemrix: Folheto informativo (bula) - ver em detalhe

Pandemrix: Detalhe Alerta do Infarmed

Pandemrix: Resumo de informações 

Pandemrix: EMEA.Europa.eu Resumo das Características do Medicamento (PDF 39 Pág.)

Infarmed: Esclarecimento relativo às três vacinas contra a pandemia da gripe H1N1v: Focetria, Pandemrix e Celvapan - Nota Informativa (PDF 4 Pág.)

 

 


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Proteja-se a si e há sua família

A melhor maneira de se proteger contra a gripe H1N1 é evitar ser infectado. Estas são medidas simples que podem reduzir a possibilidade de ser infectado ou infectar outros.

  • Evitar o contacto próximo com pessoas que estejam doentes. Se está doente fique afastado das outras pessoas, para garantir que eles não ficam doentes também.

  • Se tiver sintomas de gripe, fique em casa. Se trabalha com pessoas que apresentam sintomas de gripe, incentive-os a ficar em casa. As pessoas com sintomas de gripe não devem ir para o trabalho, escola ou para locais públicos, assim irá prevenir outras pessoas de se infectar também.

  • Cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel ao tossir ou ao espirrar, depois deite o lenço no lixo. Se não tiver lenço proteja a boca e o nariz com o seu antebraço.

  • Lavar as mãos com frequência para as manter livre de vírus. Utilize uma solução alcoólica de limpeza ou lave as mãos com sabão azul e branco, esta é uma forma prática e económica de manter as suas mãos limpas.

  • Evitar tocar nos olhos, nariz ou na boca. É desta forma que a gripe é transmitida - (ao tocar em algo que possa estar contaminado com vírus, e de seguida tocar nos seus olhos, nariz ou na boca).

  • Cuide de sua saúde geral. Não descure o seu sono e descanso, tente estar fisicamente activo, beba bastantes líquidos e coma bem.

A melhor protecção é a informação!

Vídeo


DIAP está a investigar a morte fulminante de jovem de 14 anos com gripe A. O Departamento de Investigação e Acção Penal confirmou que está a decorrer um inquérito ao caso mas alega segredo de justiça para não fazer comentários sobre o processo.



Vacinação das grávidas em Espanha espera pela vacina sem adjuvantes.  O lote de vacinas para estas mulheres vai ser diferente do da restante população e ainda não chegou a Espanha



Em Espanha as grávidas são vacinadas com uma vacina diferente, sem adjuvantes, Espanha comprou 400 mil dessas vacinas



Vacina da Gripe A em apenas uma dose. Aguarda-se apenas que a Agência Europeia do Medicamento confirme que é necessária apenas uma dose para que a imunização seja eficaz



O aumento de afluência as urgências de doentes com gripe está a entupir alguns Centros de Saúde devido à falta de médicos



OMS apela à manutenção da prevenção contra H1N1 e diz que H1N1já é a estirpe dominante em todo mundo



A vacina contra a Gripe A está a ter pouca procura, as 54 mil doses iniciais apenas 30 mil foram utilizadas



Loções à base de álcool proibidas nas escolas francesas



OMS recomenda uma dose vacina e garante que é segura



As dúvidas persistem, embora o Infarmed e GSK informem que a vacina contendo adjuvante é segura

Situações de vacinação indevida (veja algumas peripécias na campanha de vacinação)


 


H1N1: BE quer explicações sobre excesso de vacinas contra gripe A

BE quer explicações sobre excesso de vacinas contra gripe A

O Bloco de Esquerda pede explicações à ministra da Saúde sobre o excesso de vacinas contra a gripe A/H1N1 que a tutela comprou a uma única multinacional farmacêutica, a "GlaxoSmithKline", ao contrário do que foi feito noutros países.

O deputado João Semedo quer saber que tipo de contrato foi celebrado.



Em relação às críticas apontadas pelo presidente da Comissão da Saúde da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, Wolfgang Wodarg, que acusou a Organização Mundial de Saúde de conivência com a indústria farmacêutica por causa do que considera ter sido a “falsa pandemia”" da gripe A/H1N1, João Semedo afirma que esta questão deve ser investigada.