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Entrada | Vírus H1N1
Vírus H1N1

VÍRUS H1N1

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VÍRUS H1N1
Quais os sintomas? Como actuar
Cronologia: Óbitos por gripe A (H1N1)
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Vírus pandémico: FAQ
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• Canadá

• Um número anormal de reacções alérgicas graves à vacina contra o vírus H1N1 da gripe A foi registado recentemente no Canadá, onde um lote de vacinas do grupo farmacêutico  foi mandado recolher, anunciou terça-feira a Organização Mundial da Saúde.
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• Ministério da Saúde

A ministra da Saúde confirmou hoje a morte de 16 pessoas em Portugal com gripe A (H1N1) e acrescentou que estes dados, além de constarem do relatório semanal, passarão a ser também publicados no site da Direcção-Geral da Saúde. (c/vídeo)
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• A Agência Europeia do Medicamento está a investigar os casos de mortes fetais em Portugal

Em Leiria registou-se mais uma grávida vacinada contra a gripe A que perdeu o feto, este é o terceiro caso em quatro dias.

Os médicos e a Direcção Geral de Saúde insistem que não há qualquer relação causa-efeito entre a morte dos fetos e o uso da vacina Pandemrix.

Mas o facto é que há outros países onde foi considerada outra vacina sem adjuvantes para uso em grávidas, já que a vacina usada em Portugal (Pandenrix) nunca foi testada neste grupo de risco (grávidas).

Para já as entidades responsáveis não equacionam a hipótese de adquirir outra vacina sem adjuvante para uso neste grupo de risco, tal como fez a Espanha, que espera uma remessa de 400 mil doses de uma vacina diferente sem adjuvante, para imunização das grávidas.

EUROPEAN CENTRE FOR DISEASE PREVENTION AND CONTROL
Influenza A(H1N1)v

Number of confirmed deaths among pandemic (H1N1) 2009 influenza cases by week of notification. EU and EFTA countries (upper panel, week 25 to week 47, 2009) and world (lower panela, week 18 to week 47, 2009).

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• Number of confirmed deaths among pandemic (H1N1) 2009 influenza cases by week of notification. EU and EFTA countries (upper panel, week 25 to week 47, 2009) and world (lower panela, week 18 to week 47, 2009)


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• Reported number of new and cumulative confirmed fatal Pandemic (H1N1) 2009 influenza cases in EU and EFTA countries, as 24 November 2009, 09:00 hours CEST,
and in the rest of the world by country, as of 23 November 2009, 16:00 hours CEST


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Nove mortes em Portugal desde o inicio da pandemia

   1. A primeira vítima mortal da gripe A foi José Sousa, um emigrante de 41 anos, dia 23 de Setembro, no Porto.
   2. Três dias depois, 26 Setembro, morreu Diogo Alvim, 49 anos, no Hospital Curry Cabral.
   3. 10 de Outubro, faleceu um homem de 53 anos no Hospital de S. João, em consequência de pneumonia bilateral.
   4. 11 Outubro, no Curry Cabral, faleceu uma mulher que tinha sido mãe recentemente, com 32 anos.
   5. 28 de Outubro morreu a primeira criança com gripe A. Adriano Aragão tinha 10 anos e estava internado no Hospital Dona       Estefânia.
   6. 29 Outubro nos Açores,  homem de 50 anos, residente na ilha de S. Miguel, faleceu na Urgência do Hospital da Ponta Delgada, Açores.
   7. 12 de Novembro no Hospital em Leiria, homem 58 anos com antecedentes de hipertensão arterial e obesidade mórbida.
   8. 12 Novembro no Hospital Amadora Sintra, mulher de 87 anos que apresentava antecedentes de estenose aórtica grave e insuficiência cardíaca.
   9. 20 Novembro, doente internado nos cuidados intensivos em estado crítico no Hospital Santo André, Leiria

 
• Cronologia: Óbitos por gripe A (H1N1)

 

OMS




OMS





• Gripe H1N1 mata mais de mil em uma semana, segundo OMS

GENEBRA, Suíça(AFP)--O vírus da gripe H1N1 deixou "pelo menos 7.826 mortos" em todo o mundo, ou seja, mais de mil vítimas suplementares desde a semana passada, o que corresponde a um aumento de 16%, segundo o último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado nesta sexta-feira.

O número de vítimas disparou na Europa, chegando a pelo menos 650, o que representa um aumento de mais de 85% em uma semana.

O continente americano ainda é o mais atingido pela pandemia com 5.360 mortos (+554 esta semana), seguido pela região Ásia-Pacífico com pelo menos 1.382 mortos (+59).

O balanço anterior da OMS listava 6.750 mortos em 206 países e territórios.



• Uma dose de vacina é suficiente, diz a OMS

30-10-09--A Organização Mundial da Saúde (OMS) garantiu ontem que basta uma dose para imunizar a população a partir dos seis meses de idade. Portugal aguarda pela decisão da Autoridade Europeia do Medicamento (EMEA), que está também a analisar estas conclusões.

Se a instituição entender que basta uma dose para proteger contra o H1N1, a vacina poderá chegar a seis milhões de pessoas no País e mais cedo do que o previsto.

A Direcção-geral da Saúde (DGS) afirma estar atenta a todas as decisões que forem tomadas. Graça Freitas, sub-directora geral da Saúde, revela que Portugal está "a aguardar as indicações da EMEA". E acrescenta: "Estamos atentos para poder ver se são necessárias alterações ao calendário".

O Ministério da Saúde explica ainda que para garantir a proximidade do atendimento todos os centros de saúde estão progressivamente a preparar-se para tratar casos de gripe. As grávidas, crianças com menos de um ano de idade, pessoas com asma, obesos e pessoas com o sistema imunitário diminuído devem ter atenção redobrada em aconselhamento e vigilância por parte dos serviços de saúde.
   O que é uma vacina? Image

Uma vacina é uma substância derivada, ou quimicamente semelhante, a um agente infeccioso causador de doença. Independentemente da sua natureza, estas substâncias são apresentadas às células do sistema imunitário, que aprende a reconhecê-las e a combatê-las durante a infecção.

  O que se entende por imunidade?

A vacina induz o sistema imunitário a reagir como se tivesse sido realmente infectado pelo agente infeccioso, produzindo anticorpos e células altamente especializadas para o eliminar.

Quando uma pessoa produz anticorpos suficientes, a imunidade resulta na protecção contra a doença que pode durar meses, anos ou mesmo toda a vida. Se a mesma pessoa voltar a estar em contacto com esse agente infeccioso, os anticorpos que circulam na corrente sanguínea proliferam rapidamente, impedindo a doença de se desenvolver ou reduzindo a sua gravidade.

Através da “memória imunológica”, estima-se que o sistema imunitário consiga reconhecer e combater com eficácia dezenas de milhar, ou mesmo milhões, de organismos diferentes.

Em termos gerais, a reacção individual a uma vacina depende, também, da genética subjacente às características do sistema imunitário do indivíduo e do seu estado geral de saúde.

  Tipo de vacinas

Consideram-se em geral três grandes tipos de vacinas:

I. Vacinas vivas atenuadas - contêm estirpes modificadas de um agente patogénico (bactéria ou vírus), que foram enfraquecidas por meio de passagens por um hospedeiro não natural, ou por um meio que lhe seja desfavorável. Estas estirpes mantém a capacidade de se multiplicar dentro do hospedeiro e continuar a ser suficientemente antigénicas para induzir uma forte resposta imunitária.
Exemplo: a vacina contra a varicela-zoster, a vacina oral contra o vírus da poliomielite (VAP) e a vacina contra o vírus da febre amarela.

Vacinas heterólogas – trata-se de um subgrupo de vacinas vivas atenuadas que é produzido a partir de estirpes que são patogénicas em animais, mas não em pessoas. O único exemplo até à data é o vírus da varíola das vacas que protege contra o vírus da varíola humana.

II. Vacinas mortas/inactivadas – o agente bacteriano ou viral é morto ou inactivado através de tratamento químico (ex: formaldeído) ou por calor.
Exemplo: a vacina inactivada contra o vírus da poliomielite (VIP), a vacina contra a pertussis (Pw), a vacina contra a raiva ou a vacina contra o vírus da hepatite A.

III. Vacinas sub-unitárias - contêm fracções ou sub-unidades do agente infeccioso (bacteriano ou viral) seleccionado devido à sua capacidade de iniciar uma resposta imunitária específica.
Exemplo: a vacina contra o Haemophilus influenza do serotipo b ou a vacina acelular contra a pertussis.

Toxóides - trata-se de um importante grupo de vacinas sub-unitárias, como a toxóide da difteria, que contêm uma toxina bacteriana quimicamente modificada, que mantém as suas propriedades imunogénicas, estimulando a formação de anticorpos.

  Segurança e eficácia

As vacinas produzidas nos países desenvolvidos são cada vez mais seguras. O fabrico de vacinas respeita normas internacionais que dão garantia de segurança e boa tolerância.
A capacidade protectora das vacinas é objecto de I&D antes destas serem colocadas no mercado. A vacina é testada num grupo de animais não-humanos susceptíveis ao agente infeccioso e o seu efeito protector é estudado, por comparação com um grupo de animais não vacinados, quando os dois grupos são expostos ao agente. Este tipo de estudos permite estudar a dose mínima capaz de induzir protecção e de normalizar a composição da vacina. Numa fase mais avançada, a vacina é também testada em voluntários humanos. Investiga-se a resposta imune (anticorpos produzidos e sua titulação) e as variações individuais na resposta à vacina.

A eficácia duma vacina depende desta ser correctamente transportada, armazenada e administrada. Os prazos de validade devem ser respeitados, as vacinas devem ser transportadas e armazenadas entre os 0º e 8ºC, bem como ser protegidas da luz solar.
Fonte: http://www.apifarma.pt/
 PANDEMIAS ANTERIORES:
  • 1918: A pandemia de gripe espanhola continua a ser a mais devastadora epidemia dos tempos modernos
Causada por uma forma dO vírus H1N1 da gripe, estima-se que até 40% da população do mundo foi infectada, e mais de 50 milhões de pessoas morreram, com os jovens adultos particularmente afectados
  • 1957: gripe asiática matou dois milhões de pessoas
Causada por uma forma humana do vírus H2N2, combinando com uma mutação encontrada em patos selvagens. O impacto da pandemia foi minimizado pela acção rápida por parte das autoridades de saúde, que identificou o vírus, e fez rapidamente A vacina disponível. Os idosos foram particularmente vulneráveis.
  • 1968: Um surto detectado pela primeira vez em Hong Kong
e causado por uma estirpe conhecida como H3N2, matou mais de um milhão de pessoas no mundo, com mais de 65 aqueles com maior probabilidade de morrer.

1 milhão de portugueses pode ser infectado

E dez mil serão infectados graves

Um milhão de portugueses vão ser infectados pelo vírus H1N1
Quem o diz é o director-geral de Saúde, Francisco George.
Os portugueses poderão passar a receber alertas por sms
para comunicações de risco, prevenção e controlo de medidas
tomadas no que respeita à gripe A.


Preparing for the second wave: lessons from current outbreaks

Global Alert da Organização Mundial Saúde (OMS) de 28 Agosto, pode ler-se entre diversos tópicos o seguinte:

Grupos vulneráveis

Um aumento do risco durante a gravidez é agora consistentemente bem documentado entre os países. Esse risco tem um significado maior para um vírus como este, que infecta preferencialmente os mais jovens.
Os dados continuam a mostrar que certas condições médicas o risco de doença grave e fatal está aumentado. Estas incluem doenças respiratórias, principalmente asma, doenças cardiovasculares, diabetes e imunossupressão.

Obesidade, que está frequentemente presente em casos graves e fatais, é agora uma epidemia global. A OMS estima que, em todo o mundo, mais de 230 milhões de pessoas sofrem de asma, e mais de 220 milhões de pessoas têm diabetes.

Além disso, doenças como asma e diabetes não são geralmente consideradas doenças fatais, especialmente em crianças e adultos jovens. Varias mortes de jovens nestas condições, causada por infecção com o vírus H1N1, pode ser uma outra dimensão do impacto da pandemia.

Preparing for the second wave: lessons from current outbreaks
Pandemic (H1N1) 2009 briefing note 9 28 AUGUST 2009 | GENEVA


  • Vai haver vacinas suficientes?

O mundo tem um limite real para a produção de vacinas contra a gripe A e a Organização Mundial de Saúde (OMS) já o estimou. Na melhor das hipóteses e partindo da experiência adquirida durante a crise da gripe aviária H5N1, podem ser produzidas 4,9 mil milhões de doses durante 12 meses. Mas há duas incógnitas: a rapidez de produção deste vírus e a quantidade de antigénio necessária para desencadear uma resposta imunitária suficiente para que os
indivíduos fiquem imunizados. Por isso, logo a seguir, a OMS atira com um número bastante mais cauteloso entre 1 e 2 mil milhões de doses durante o mesmo período de tempo.

  • Gripe A é uma gripe suína?

“A actual estirpe de nova gripe teve muitos antepassados. Mas o evento mais recente e o mais relevante foi um rearranjo genético de duas estirpes de vírus suínos, e foi isso que conduziu ao novo surto”, a análise genética do vírus sugere fortemente que o novo vírus terá efectivamente surgido, algures no mundo, em populações de s
  • Resumindo:

O novo vírus da gripe, que não é novo nos porcos, mas apenas nos humanos, “saltou” de repente para a nossa espécie. É um descendente directo do vírus responsável pela pandemia de gripe de 1918, a que alguns chamam “a mãe
de todas as pandemias” pelo seu efeito devastador, e possui genes aviários que o podem tornar mais agressivo. E como não temos estado em contacto com ele nas últimas décadas, porque tem permanecido circunscrito aos suínos, não temos praticamente nenhuma imunidade contra ele.

Fonte: publico.clix.pt no Especial Gripe A

  

H1N1


Sites relacionados
     
www.dgs.pt
link
www.who.int.en
link
ecdc.europa.eu
link
ecdc.europa.eu/en/...Influrenza_AH1N1_report
pdf
 

Outros dados sobre a Gripe A:

Grupos Prioritários para vacina

• Cronologia da Gripe A

• As ultimas no Dossier Gripe A

• Crohn & H1N1

• Infográfia Influenza A (H1N1)

Principais sintomas (e diferenças) da gripe comum e da gripe a (H1N1)
Sintomas
Gripe Comum
Gripe A (H1N1)
Febre
Inferior a 39º
Inicio súbito a 39º
Dor de cabeça
de menor intensidade
Intensa
Calafrios
Esporádicos
Frequentes
Cansaço
Moderado
Extremo
Dor de garganta
Acentuado
Leve
Tosse
Menos intensa
Seca e contínua
Muco (catarro)
Forte e com congestão nasal
Pouco comum
Dores musculares
Moderado
Intenso
Ardor nos olhos
Leve
Intenso
Fonte: OMS
   

Organização Mundial de Saúde declara pandemia de gripe

O comité de emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS) actualizou o alerta de propagação do vírus da Gripe A H1N1 para o nível mais elevado de uma escala de seis fases.

A decisão, que corresponde à primeira declaração de pandemia de gripe em 40 anos, foi adoptada após um aumento de casos na Ásia e na Austrália.

Escala de alerta da OMS  

Fase um: as autoridades sanitárias internacionais não detectaram novos subtipos do vírus da gripe em humanos;
 
Fase dois: continuam por detectar novos subtipos do vírus da gripe em humanos; contudo, verifica-se a circulação, entre animais, de um subtipo do vírus com elevado risco de transmissão a humanos;
                
Fase três: os peritos estabelecem a existência de casos de infecção humana com o novo subtipo do vírus da gripe, mas ainda não foi detectada qualquer transmissão entre pessoas; no limite, verifica-se a existência de situações de transmissão para contactos próximos;
               
Fase quatro: encontram-se detectados um ou mais surtos com uma transmissão limitada entre humanos; a propagação é localizada, sinalizando que o vírus ainda não se adaptou a hospedeiros humanos;
                              
Fase cinco: os surtos revelam-se maiores, embora a transmissão entre pessoas permaneça localizada; nesta fase o vírus começa a adaptar-se ao hospedeiro humano, mas continua aquém de níveis de transmissão eficazes, no que a Organização Mundial de Saúde classifica de "substancial risco pandémico";
                       
Fase seis: declaração do estado de pandemia; o risco de transmissão do vírus entre a população em geral é substancial.

 

Links Pandemrix

Pandemrix: Folheto informativo (bula) - ver em detalhe

Pandemrix: Detalhe Alerta do Infarmed

Pandemrix: Resumo de informações 

Pandemrix: EMEA.Europa.eu Resumo das Características do Medicamento (PDF 39 Pág.)

Infarmed: Esclarecimento relativo às três vacinas contra a pandemia da gripe H1N1v: Focetria, Pandemrix e Celvapan - Nota Informativa (PDF 4 Pág.)

• Mais em "Cronologia da gripe A"

Grupos Prioritários para vacina - ver em detalhe

Sub-páginas nesta secção:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 













































 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 

Relacionados


Sintomas da gripe A

Os sintomas de gripe A (H1N1), são semelhantes aos sintomas da gripe sazonal (gripe comum) e podem incluir:

  • Tosse

  • Corrimento nasal

  • Febre

  • Dor de cabeça

  • Dores articulares

  • Fadiga

  • Náuseas

  • Vómitos

  • Diarreia

  • Pneumonia aguda

O Ministério da Saúde criou uma linha para apoio e informação pública Linha Saúde 24: 808 24 24 24


Links

Grupos Prioritários para vacina - ver em detalhe

Pandemrix: Folheto informativo (bula) - ver em detalhe

Pandemrix: Detalhe Alerta do Infarmed

Pandemrix: Resumo de informações 

Pandemrix: EMEA.Europa.eu Resumo das Características do Medicamento (PDF 39 Pág.)

Infarmed: Esclarecimento relativo às três vacinas contra a pandemia da gripe H1N1v: Focetria, Pandemrix e Celvapan - Nota Informativa (PDF 4 Pág.)

 

 


Proteja-se a si e há sua família

A melhor maneira de se proteger contra a gripe H1N1 é evitar ser infectado. Estas são medidas simples que podem reduzir a possibilidade de ser infectado ou infectar outros.

  • Evitar o contacto próximo com pessoas que estejam doentes. Se está doente fique afastado das outras pessoas, para garantir que eles não ficam doentes também.

  • Se tiver sintomas de gripe, fique em casa. Se trabalha com pessoas que apresentam sintomas de gripe, incentive-os a ficar em casa. As pessoas com sintomas de gripe não devem ir para o trabalho, escola ou para locais públicos, assim irá prevenir outras pessoas de se infectar também.

  • Cobrir a boca e o nariz com um lenço de papel ao tossir ou ao espirrar, depois deite o lenço no lixo. Se não tiver lenço proteja a boca e o nariz com o seu antebraço.

  • Lavar as mãos com frequência para as manter livre de vírus. Utilize uma solução alcoólica de limpeza ou lave as mãos com sabão azul e branco, esta é uma forma prática e económica de manter as suas mãos limpas.

  • Evitar tocar nos olhos, nariz ou na boca. É desta forma que a gripe é transmitida - (ao tocar em algo que possa estar contaminado com vírus, e de seguida tocar nos seus olhos, nariz ou na boca).

  • Cuide de sua saúde geral. Não descure o seu sono e descanso, tente estar fisicamente activo, beba bastantes líquidos e coma bem.

A melhor protecção é a informação!

Vídeo


DIAP está a investigar a morte fulminante de jovem de 14 anos com gripe A. O Departamento de Investigação e Acção Penal confirmou que está a decorrer um inquérito ao caso mas alega segredo de justiça para não fazer comentários sobre o processo.



Vacinação das grávidas em Espanha espera pela vacina sem adjuvantes.  O lote de vacinas para estas mulheres vai ser diferente do da restante população e ainda não chegou a Espanha



Em Espanha as grávidas são vacinadas com uma vacina diferente, sem adjuvantes, Espanha comprou 400 mil dessas vacinas



Vacina da Gripe A em apenas uma dose. Aguarda-se apenas que a Agência Europeia do Medicamento confirme que é necessária apenas uma dose para que a imunização seja eficaz



O aumento de afluência as urgências de doentes com gripe está a entupir alguns Centros de Saúde devido à falta de médicos



OMS apela à manutenção da prevenção contra H1N1 e diz que H1N1já é a estirpe dominante em todo mundo



A vacina contra a Gripe A está a ter pouca procura, as 54 mil doses iniciais apenas 30 mil foram utilizadas



Loções à base de álcool proibidas nas escolas francesas



OMS recomenda uma dose vacina e garante que é segura



As dúvidas persistem, embora o Infarmed e GSK informem que a vacina contendo adjuvante é segura

Situações de vacinação indevida (veja algumas peripécias na campanha de vacinação)


 


Responsável na Comissão de Saúde do Conselho da Europa diz que H1N1 foi uma falsa pandemia

Responsável na Comissão de Saúde do Conselho da Europa diz que H1N1 foi uma falsa pandemia

A suspeita já existia, agora o responsável máximo da Comissão de Saúde do Conselho da Europa o parlamentar alemão e médico, Wolfgang Wodarg, vai mais longe e afirma que a gripe A foi uma "falsa pandemia".

A OMS no entanto nega qualquer conflito de interesses na gestão da pandemia, e garante mesmo que não sofreu «uma influência imprópria» por parte das farmacêuticas.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) negou na segunda-feira, a existência de um conflito de interesses na gestão da pandemia da gripe A (H1N1), garantindo que o organismo não sofreu «uma influência imprópria» por parte das farmacêuticas.