| Article Index |
|---|
| VÍRUS H1N1 |
| Quais os sintomas? Como actuar |
| Cronologia: Óbitos por gripe A (H1N1) |
| Infográfia |
| Vírus pandémico: FAQ |
| Vídeos |
| All Pages |
• Canadá
• Ministério da Saúde A ministra da Saúde confirmou hoje a morte de 16 pessoas em Portugal com gripe A (H1N1) e acrescentou que estes dados, além de constarem do relatório semanal, passarão a ser também publicados no site da Direcção-Geral da Saúde. (c/vídeo)
• A Agência Europeia do Medicamento está a investigar os casos de mortes fetais em Portugal | EUROPEAN CENTRE FOR DISEASE PREVENTION AND CONTROL
| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Nove mortes em Portugal desde o inicio da pandemia 2. Três dias depois, 26 Setembro, morreu Diogo Alvim, 49 anos, no Hospital Curry Cabral. 3. 10 de Outubro, faleceu um homem de 53 anos no Hospital de S. João, em consequência de pneumonia bilateral. 4. 11 Outubro, no Curry Cabral, faleceu uma mulher que tinha sido mãe recentemente, com 32 anos. 5. 28 de Outubro morreu a primeira criança com gripe A. Adriano Aragão tinha 10 anos e estava internado no Hospital Dona Estefânia. 6. 29 Outubro nos Açores, homem de 50 anos, residente na ilha de S. Miguel, faleceu na Urgência do Hospital da Ponta Delgada, Açores. 7. 12 de Novembro no Hospital em Leiria, homem 58 anos com antecedentes de hipertensão arterial e obesidade mórbida. 8. 12 Novembro no Hospital Amadora Sintra, mulher de 87 anos que apresentava antecedentes de estenose aórtica grave e insuficiência cardíaca. 9. 20 Novembro, doente internado nos cuidados intensivos em estado crítico no Hospital Santo André, Leiria • Cronologia: Óbitos por gripe A (H1N1)
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
OMS • Gripe H1N1 mata mais de mil em uma semana, segundo OMS GENEBRA, Suíça(AFP)--O vírus da gripe H1N1 deixou "pelo menos 7.826 mortos" em todo o mundo, ou seja, mais de mil vítimas suplementares desde a semana passada, o que corresponde a um aumento de 16%, segundo o último balanço da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado nesta sexta-feira. O número de vítimas disparou na Europa, chegando a pelo menos 650, o que representa um aumento de mais de 85% em uma semana. O continente americano ainda é o mais atingido pela pandemia com 5.360 mortos (+554 esta semana), seguido pela região Ásia-Pacífico com pelo menos 1.382 mortos (+59). O balanço anterior da OMS listava 6.750 mortos em 206 países e territórios. • Uma dose de vacina é suficiente, diz a OMS 30-10-09--A Organização Mundial da Saúde (OMS) garantiu ontem que basta uma dose para imunizar a população a partir dos seis meses de idade. Portugal aguarda pela decisão da Autoridade Europeia do Medicamento (EMEA), que está também a analisar estas conclusões. Se a instituição entender que basta uma dose para proteger contra o H1N1, a vacina poderá chegar a seis milhões de pessoas no País e mais cedo do que o previsto. A Direcção-geral da Saúde (DGS) afirma estar atenta a todas as decisões que forem tomadas. Graça Freitas, sub-directora geral da Saúde, revela que Portugal está "a aguardar as indicações da EMEA". E acrescenta: "Estamos atentos para poder ver se são necessárias alterações ao calendário". O Ministério da Saúde explica ainda que para garantir a proximidade do atendimento todos os centros de saúde estão progressivamente a preparar-se para tratar casos de gripe. As grávidas, crianças com menos de um ano de idade, pessoas com asma, obesos e pessoas com o sistema imunitário diminuído devem ter atenção redobrada em aconselhamento e vigilância por parte dos serviços de saúde. | O que é uma vacina? ![]() Uma vacina é uma substância derivada, ou quimicamente semelhante, a um agente infeccioso causador de doença. Independentemente da sua natureza, estas substâncias são apresentadas às células do sistema imunitário, que aprende a reconhecê-las e a combatê-las durante a infecção. O que se entende por imunidade? A vacina induz o sistema imunitário a reagir como se tivesse sido realmente infectado pelo agente infeccioso, produzindo anticorpos e células altamente especializadas para o eliminar. Quando uma pessoa produz anticorpos suficientes, a imunidade resulta na protecção contra a doença que pode durar meses, anos ou mesmo toda a vida. Se a mesma pessoa voltar a estar em contacto com esse agente infeccioso, os anticorpos que circulam na corrente sanguínea proliferam rapidamente, impedindo a doença de se desenvolver ou reduzindo a sua gravidade. Através da “memória imunológica”, estima-se que o sistema imunitário consiga reconhecer e combater com eficácia dezenas de milhar, ou mesmo milhões, de organismos diferentes. Em termos gerais, a reacção individual a uma vacina depende, também, da genética subjacente às características do sistema imunitário do indivíduo e do seu estado geral de saúde. Tipo de vacinas Consideram-se em geral três grandes tipos de vacinas: I. Vacinas vivas atenuadas - contêm estirpes modificadas de um agente patogénico (bactéria ou vírus), que foram enfraquecidas por meio de passagens por um hospedeiro não natural, ou por um meio que lhe seja desfavorável. Estas estirpes mantém a capacidade de se multiplicar dentro do hospedeiro e continuar a ser suficientemente antigénicas para induzir uma forte resposta imunitária. Exemplo: a vacina contra a varicela-zoster, a vacina oral contra o vírus da poliomielite (VAP) e a vacina contra o vírus da febre amarela. Vacinas heterólogas – trata-se de um subgrupo de vacinas vivas atenuadas que é produzido a partir de estirpes que são patogénicas em animais, mas não em pessoas. O único exemplo até à data é o vírus da varíola das vacas que protege contra o vírus da varíola humana. II. Vacinas mortas/inactivadas – o agente bacteriano ou viral é morto ou inactivado através de tratamento químico (ex: formaldeído) ou por calor. Exemplo: a vacina inactivada contra o vírus da poliomielite (VIP), a vacina contra a pertussis (Pw), a vacina contra a raiva ou a vacina contra o vírus da hepatite A. III. Vacinas sub-unitárias - contêm fracções ou sub-unidades do agente infeccioso (bacteriano ou viral) seleccionado devido à sua capacidade de iniciar uma resposta imunitária específica. Exemplo: a vacina contra o Haemophilus influenza do serotipo b ou a vacina acelular contra a pertussis. Toxóides - trata-se de um importante grupo de vacinas sub-unitárias, como a toxóide da difteria, que contêm uma toxina bacteriana quimicamente modificada, que mantém as suas propriedades imunogénicas, estimulando a formação de anticorpos. Segurança e eficácia As vacinas produzidas nos países desenvolvidos são cada vez mais seguras. O fabrico de vacinas respeita normas internacionais que dão garantia de segurança e boa tolerância. A capacidade protectora das vacinas é objecto de I&D antes destas serem colocadas no mercado. A vacina é testada num grupo de animais não-humanos susceptíveis ao agente infeccioso e o seu efeito protector é estudado, por comparação com um grupo de animais não vacinados, quando os dois grupos são expostos ao agente. Este tipo de estudos permite estudar a dose mínima capaz de induzir protecção e de normalizar a composição da vacina. Numa fase mais avançada, a vacina é também testada em voluntários humanos. Investiga-se a resposta imune (anticorpos produzidos e sua titulação) e as variações individuais na resposta à vacina. A eficácia duma vacina depende desta ser correctamente transportada, armazenada e administrada. Os prazos de validade devem ser respeitados, as vacinas devem ser transportadas e armazenadas entre os 0º e 8ºC, bem como ser protegidas da luz solar. Fonte: http://www.apifarma.pt/ | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
PANDEMIAS ANTERIORES:
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
1 milhão de portugueses pode ser infectadoE dez mil serão infectados gravesUm milhão de portugueses vão ser infectados pelo vírus H1N1 Quem o diz é o director-geral de Saúde, Francisco George. Os portugueses poderão passar a receber alertas por sms para comunicações de risco, prevenção e controlo de medidas tomadas no que respeita à gripe A. | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Preparing for the second wave: lessons from current outbreaksGlobal Alert da Organização Mundial Saúde (OMS) de 28 Agosto, pode ler-se entre diversos tópicos o seguinte:Grupos vulneráveisUm aumento do risco durante a gravidez é agora consistentemente bem documentado entre os países. Esse risco tem um significado maior para um vírus como este, que infecta preferencialmente os mais jovens.Os dados continuam a mostrar que certas condições médicas o risco de doença grave e fatal está aumentado. Estas incluem doenças respiratórias, principalmente asma, doenças cardiovasculares, diabetes e imunossupressão. Obesidade, que está frequentemente presente em casos graves e fatais, é agora uma epidemia global. A OMS estima que, em todo o mundo, mais de 230 milhões de pessoas sofrem de asma, e mais de 220 milhões de pessoas têm diabetes. Além disso, doenças como asma e diabetes não são geralmente consideradas doenças fatais, especialmente em crianças e adultos jovens. Varias mortes de jovens nestas condições, causada por infecção com o vírus H1N1, pode ser uma outra dimensão do impacto da pandemia. Preparing for the second wave: lessons from current outbreaks Pandemic (H1N1) 2009 briefing note 9 28 AUGUST 2009 | GENEVA |
indivíduos fiquem imunizados. Por isso, logo a seguir, a OMS atira com um número bastante mais cauteloso entre 1 e 2 mil milhões de doses durante o mesmo período de tempo.
de todas as pandemias” pelo seu efeito devastador, e possui genes aviários que o podem tornar mais agressivo. E como não temos estado em contacto com ele nas últimas décadas, porque tem permanecido circunscrito aos suínos, não temos praticamente nenhuma imunidade contra ele. Fonte: publico.clix.pt no Especial Gripe A | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Outros dados sobre a Gripe A: • Grupos Prioritários para vacina | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Organização Mundial de Saúde declara pandemia de gripe O comité de emergência da Organização Mundial de Saúde (OMS) actualizou o alerta de propagação do vírus da Gripe A H1N1 para o nível mais elevado de uma escala de seis fases. A decisão, que corresponde à primeira declaração de pandemia de gripe em 40 anos, foi adoptada após um aumento de casos na Ásia e na Austrália. Escala de alerta da OMS Fase um: as autoridades sanitárias internacionais não detectaram novos subtipos do vírus da gripe em humanos; | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Links Pandemrix • Pandemrix: Folheto informativo (bula) - ver em detalhe • Pandemrix: Detalhe Alerta do Infarmed • Pandemrix: Resumo de informações • Pandemrix: EMEA.Europa.eu Resumo das Características do Medicamento (PDF 39 Pág.) • Infarmed: Esclarecimento relativo às três vacinas contra a pandemia da gripe H1N1v: Focetria, Pandemrix e Celvapan - Nota Informativa (PDF 4 Pág.) | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| Sub-páginas nesta secção: | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||




















